Módulo de bovinocultura do FertiScan · disponível agora

Da primeira luz do curral ao tanque: tudo amarrado ao animal

Cio, cobertura, diagnóstico, parto, tratamento, dose, carência e ordenha — hoje vivem em papéis, conversas e planilhas diferentes. O módulo de bovinocultura do FertiScan nasce para reunir essa rotina numa linha do tempo por brinco, com o mesmo cuidado multiusuário e auditável do FertiScan.

Dados por organizaçãoPensado para o celular no curral

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Por que existe este módulo

O curral já decide o dia. Só faltava um lugar único para o histórico.

Quem produz leite sabe: o gargalo raramente é “falta de esforço”. É informação no caderno, no grupo do celular, na cabeça do tratador e na planilha que ninguém atualiza. O FertiScan existe para transformar rotina em decisão. Na bovinocultura, aplicamos o mesmo rigor: um animal, uma linha do tempo, tudo o que importa para leite, sanidade e reprodução.

O problema

Cio anotado no verso do papel. Medicamento sem rastro da dose. Ordenha boa que não conversa com a carência. Genealogia na memória de uma pessoa só. Quando alguém falta, o rebanho fica opaco.

A virada

Modelamos o rebanho em torno do bovino: sanidade em ocorrências com aplicações, reprodução do cio ao parto, produção por ordenha e estoque de sêmen quando a IA entra na rotina. Cada registro sabe de qual animal é e de qual organização é — o mesmo padrão multiusuário que você já espera do FertiScan.

O que isso libera

Menos risco na hora de despejar no tanque. Melhor conversa com técnico e consultor. Base para média por vaca, ranking e alertas. E espaço para crescer: relatórios, exportação e visão integrada do rebanho na fazenda.

Rotina invisível

Tudo isso já acontece. Só não fica registrado.

Nada aqui é “recurso futuro” abstrato: são frestas que o modelo de dados já endereça — cadastro do bovino, ocorrência clínica, uso de medicamento, cio, gestação, estoque de sêmen e produção por ordenha. O passo seguinte é virar tela rápida no celular.

  1. 1

    O brinco identifica o animal no curral, mas a genealogia e o histórico sanitário ficam na cabeça de uma pessoa só.

  2. 2

    O cio é visto na manhã, anotado no verso do papel e esquecido na hora de planejar a próxima cobertura.

  3. 3

    A mastite abre uma ocorrência no mundo real — mas no sistema ela ainda não conversa com dose, horário e carência do leite.

  4. 4

    O catálogo de medicamentos da fazenda vive na bula da caixa; cada aplicação deveria alimentar o tanque com segurança.

  5. 5

    O estoque de doses de sêmen e o touro de IA não aparecem no mesmo lugar que a gestação da matriz.

  6. 6

    A ordenha pesa bem no balanço, mas sem série temporal não dá para ver quem caiu, quem subiu e quem está pronta para secar.

Quatro frentes, um desenho

Tudo o que a documentação já descreve — contado em português de fazenda.

Abaixo está o mapa mental do módulo: o mesmo conjunto de entidades que vamos implementar por fases, sem atalho que quebre auditoria ou multiorganização.

Cada bovino no centro

Brinco único na propriedade, nome, raça, sexo e função (matriz, reprodutor, cria ou corte). Genealogia com mãe e pai do rebanho quando existirem; na gestação, ainda dá para registrar touro externo por nome sem poluir o cadastro.

Sanidade amarrada à ocorrência

Cada enfermidade vira uma linha do tempo: início, evolução, observações e encerramento. Medicamentos ficam num catálogo da fazenda com tipo e carência do leite. Toda aplicação guarda data, hora e dose — a base para saber se o leite da próxima ordenha entra ou não no tanque.

Reprodução do cio ao parto

Cio observado com data. Gestação com inseminação natural ou artificial, diagnóstico e parto. Estoque de doses de sêmen por touro para não planejar IA no escuro. Ao nascer o bezerro, a ideia é amarrar mãe, pai e nascimento num fluxo só.

Produção que fecha o ciclo

Cada ordenha com instante, peso do leite e volume quando fizer sentido. Isso vira série temporal: médias, variação e ranking por animal. Cruzando com a carência ativa, o produtor enxerga risco antes de misturar lote errado.

Passaporte do animal

O bovino deixa de ser só um brinco.

A ficha não é decoração: ela espelha, num relance, identidade, papel produtivo, filiação quando mãe e pai forem do rebanho, reprodução (cio, gestação, tipo de cobertura, estoque de doses), sanidade em ocorrências com aplicações e, por fim, cada ordenha com data e peso.

Ficha do animal

Vaca 037

Matriz · Fêmea
Brinco
037
Papel na propriedade
Matriz leiteira
Raça
Girolando 3/4
Nascimento
12/09/2020
Mãe no rebanho
Matriz 014
Pai no rebanho
Reprodutor 002
Último cio
há 19 dias
Gestação
diagnóstico pendente
Cobertura
IA — touro cadastrado
Sêmen em estoque
4 doses
Sanidade
mastite — em tratamento
Última ordenha
11,8 kg às 05:12
Ciclo da matriz

Reprodução, parto e leite no mesmo fio.

Do cio observado à ordenha, cada etapa deixa de ser evento solto e passa a fazer parte do histórico. Em paralelo, a sanidade caminha em ocorrências: quando a matriz entra em tratamento, as aplicações alimentam a mesma decisão de tanque — sem planilha paralela.

1

Detecção de cio

Cio observado

2

Gestação

Inseminação

3

Gestação

Diagnóstico

4

Gestação

Parto

5

Produção de leite

Ordenha diária

6

Rebanho

Novo bezerro

Carência do leite

Uma dose aplicada muda o destino da próxima ordenha.

A regra é simples: somamos o horário da aplicação às horas de carência do medicamento para saber quando o leite volta ao tanque. O valor para o produtor é enorme: evitar leite descartado tarde demais ou misturado cedo demais.

Aplicação

Cada aplicação fica ligada à ocorrência clínica: horário exato, mililitros e qual medicamento do catálogo da propriedade.

Carência

O cadastro do medicamento informa por quantas horas o leite deve ser retido.

Ordenha

A produção de leite é registrada no momento exato da ordenha.

Decisão

O sistema cruza tudo e sinaliza se o leite pode ir ao tanque.

Como vamos entregar

Cinco ondas de produto — da cadastro à inteligência.

Não prometemos “tudo de uma vez”. O roadmap técnico já está ordenado para reduzir risco: primeiro o animal, depois sanidade e reprodução, em seguida produção de leite e, por fim, camadas de leitura e integração.

  1. 1 — Cadastro vivo do rebanho

    Lista e ficha do animal: brinco, perfil produtivo, datas importantes e vínculos de mãe e pai quando forem do próprio rebanho. Base para tudo o que vem depois.

  2. 2 — Sanidade com rastro de dose

    Ocorrências clínicas, catálogo de medicamentos com carência e cada aplicação registrada na hora. Daqui nasce o cálculo de carência ativa na ordenha.

  3. 3 — Reprodução no calendário

    Cios, estoque de doses de sêmen, gestações com tipo de cobertura, diagnóstico e parto. Fluxo pensado para gerar o cadastro do bezerro sem reescrever a história.

  4. 4 — Ordenha como dado de gestão

    Lançamento rápido por animal, peso e volume opcional, consultas por período. Alimenta painéis de produtividade e comparação entre matrizes.

  5. 5 — Inteligência e integração

    Carência visível no momento da ordenha, relatórios e exportações. No horizonte: indicadores do curral e integração com lote e pasto quando a fazenda quiser ver rebanho e área juntos.

Depois do primeiro dia útil

O que já está desenhado além do “cadastro e ordenha”.

A documentação do módulo separa o que é schema hoje do que é regra de produto derivada. A landing traduz em promessas que a equipe já alinhou com o modelo — sem vender recurso que ainda não está nomeado no plano.

Auditoria e organização

Mesma lógica do restante do FertiScan: dados presos à organização, rastreamento de alterações e permissões por conta. Essencial quando sanidade e leite entram na mesma conversa.

Indicadores que respondem perguntas

Médias por vaca, variação entre ordenhas, ranking do curral e sinais de carência ativa antes de liberar o leite. O desenho já prevê consultas temporais por animal.

Relatórios e exportação

Na sequência do roadmap, exportações em CSV e relatórios em PDF para técnico, banco ou programa de pagamento — sem refazer planilha na mão.

Rebanho e área, no mesmo lugar

A modelagem reserva espaço para, no futuro, ligar pasto, piquete ou lote ao rebanho — quando a operação quiser ver curral e área juntos.

Feito por

GS

Gerssivaldo Santos

Eng. Software · Téc. Agropecuária

LS

Laerton Santos

Produtor rural · Bovinocultor

Módulo disponível

Comece pelo curral que você já conhece.

Cadastre o rebanho, registre sanidade e reprodução e acompanhe a produção de leite — tudo no passaporte do animal, com a mesma organização multiusuário do FertiScan.

Dados por organizaçãoPensado para o celular no curralHistórico auditável por animal
Perguntas frequentes

Antes de acessar o sistema.

Respostas diretas sobre a primeira versão do módulo.

Vai ser só leite?

O primeiro recorte é produção leiteira, mas a modelagem já prepara sanidade, reprodução, sêmen, gestação e histórico do animal.

E rebanho, lote ou pasto?

A primeira versão foca no animal individual. Lote, piquete e ligação com área estão no radar do produto — documentado como evolução para não travar quem já começa pelo curral.

E se o touro de IA não for cadastrado como animal da fazenda?

Na gestação dá para registrar pai interno (quando for um bovino seu) ou nome do touro externo, sem poluir o cadastro com animais que não são seus.

Vai funcionar no celular?

Sim. A rotina do curral precisa funcionar no bolso. Esta experiência e os fluxos novos serão pensados primeiro para o celular.

Como meus dados ficam seguros?

O aplicativo com login segue o padrão atual do FertiScan: dados separados por organização, com permissões por conta.

Vou conseguir exportar para o técnico ou para o banco?

Está no plano: relatórios e exportação em CSV e PDF depois que cadastro, sanidade, reprodução e ordenha estiverem sólidos — para não prometer planilha mágica em cima de dado incompleto.

Como começo a usar?

Crie sua conta, configure a organização da fazenda e acesse o sistema para cadastrar o rebanho e registrar a rotina do curral.